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O Pintassilgo Comum - Carduellis Carduellis. Criação e Suas Mutações

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O Pintassilgo Comum - Carduellis Carduellis. Criação e Suas Mutações

Mensagem por CMCP em Sex Set 18, 2015 4:36 pm



Massimo Natale –Itália
Revista pássaros 22

A taxonomia moderna substituiu o Gênero Pringilla, indicado por Linnaeus (1758), pelo Gênero Carduelis, mais apropriado e específico para uma classificação que hoje identifica o pintassilgo ­comum.

Dados biomorfométricos forma nominal: Comprimento médio: 13cm; peso: 13-18g: bico: 11-16mm; asas 73-­83mm.

Descrição

Macho adulto: Bico cinza esbranqui­çado, ápice do bico negra que no perío­do reprodutivo tende a ficar branco perolado; perímetro do bico circundado por penas negras (bigode) que juntam na superfície anterior dos olhos; típica máscara vermelha alaranjada que se estende distalmente além da margem posterior do olho; face branca mais ou menos infiltrada de marron; vértice, nuca e lados do pescoço negros; dorso marrons; sobrecauda branca; asas e cauda negro-brilhante; bordas das asas amarelo-ouro típico dos carduelídeos; flancos marron; peito branco infiltrado de marrom; ventre e sobre-cauda brancos; patas marrom-rosado.

A fêmea adulta difere do macho por pequenas particularidades que somente o olho mais esperto consegue observar (pode-se dizer que esta espécie não apresenta um nítido dimorfismo sexual): a cabeça é mais arredondada, a máscara vermelha é mais restrita e não ultrapassa a metade do olho, o negro das asas e da cauda é ligeiramente mais opaco do que o do macho, os ombros (pequenas cober­teiras alares) são cinza esverdeado quase negro (esta última particularidade é muito importante para distinguir precocemente o sexo dos novos).

Os jovens participam com os adultos somente as asas e a cauda; o resto da plumagem se apresenta de cor cinza esbranquiçado, manchando de maneira confusa a estrutura marrom enegrecida determinantes para o mimetismo dos próprios.

Subespécies

Existem diversas subespécies de pintassilgos-comuns, classificáveis em dois grandes grupos:

Subespécies de calota negra: fazem parte deste grupo todas as várias subespécies de pintassilgos distribuídos na Europa e África setentrional (Carduelídeos ocidentais). Omito volun­tariamente a lista de todas as subespécies descritas (alguns autores assinalam mais de 20!) já que se diferenciam entre si por pequenos detalhes (principalmente tamanho e quantidade de marrom) muito variáveis também no âmbito da população de um território. Em geral, vaIe a regra segundo a qual partindo do norte da Europa e indo para o sul, a carga do marrom (nos flancos, peito e bochecas) tende a aumentar enquanto o tamanho tende a diminuir. Um clássico exemplo é aquele dado de duas subespécies colocadas nos extremos da classificação: de um lado o Carduelis carduelis tschussi, distribuído no norte da África e na Sicília, caracterizado pelo diminuto tamanho (11 a 11,5cm) e de uma notável carga de feomelanina.

Subespécies de calota cinza: fazem parte deste grupo as "verdadeiras" subespécies do pintassilgo-comum, caracterizadas pela completa ausência da calota negra e distribuídas o Médio Oriente e na Ásia (carduelis orientais). Para ser breve, recordamos apenas o nome científico e a distribuição das três formas mais conhecidas: 1) Carduelis carduelis canicepsou pintassilgo do ­Himalaia (Himalaia e Ásia centro-meridional); 2) Carduelis carduelis subulata

. (Sibéria meridional, Altai e norte da Mongólia). 3) Carduelis carduelis paropanisi ou pintassilgo do ­Turquistão (Afeganistão, Irã, Ásia Central e, China).

Habitat e comportamento na natureza

O pintassilgo-comum é espécie muito adaptável, como demonstra a sua distribuição ao longo das diversas latitudes euro-asiáticas. Habita bosques, jardins e zonas abertas, seja a nível do mar ou em elevadas montanhas.

O casal se forma no final do inverno, início da primavera (fevereiro-março), quanto o aumento das horas de luz e a disponibilidade de sementes espontâneas no estado latente facilita a entrada no estro (cio) dos dois sexos.

O macho se apossa primeiramente do território, cantando repetidamente para atingir a fêmea. Quando o casal se forma ele ficará unido até o final da estação reprodutiva.

O primeiro encontro entre os dois sexos (e isto também se observa em cativeiro) é um momento altamente espetacular: o macho com as asas abaixadas e a cauda aberta em leque executa um voltei o de cortejamento (faz a "roda"), acompanhando-a cadencian­do-a com características notas metálicas; a fêmea responde com os mesmos movimentos aceitanto assim a corte.

O número de ninhadas num ano varia de duas a três e o período de nidificação vai de abril a agosto.

A fêmea seguida pelo macho como uma sombra, escolhe o local adequado para nidificação. O ninho geralmente fica numa altura não inferior a dois metros. na extremidade de um ramo bem firme e recoberto por vegetação fechada.

Ciprestes, abetos, amendoeiras, eucapliptos, mimosas, oliveiras, mandarins, laranjeiras, vinhedos, heras são as árvores e as plantas preferidas para a nidificação.

O ninho é construído somente pela fêmea e é uma verdadeira obra-prima de habilidade.

Do início da incubação até os primeiros 5-7 dias de vida dos pequenos, o macho se limita defesa do território e a embicagem da fêmea, que abandona o ninho somente para realizar as próprias exigências fisiológicas.

A partir do sétimo dia de vida, o macho toma parte ativa na alimentação dos filhotes. levando até o fim a difícil tarefa do "desmame" (a fêmea já começa com o choco seguinte).

Uma vez "desmamados", os jovens se juntam em bandos mais ou menos numerosos. também junto a outros fringilídeos (Serion Serinus serinus, pintarroxo Achantis cannabina, tentilhão-comum Fringilla coelebs, pimassilgo-verde Carduelis spinus) na procura de zonas de pasto e de poças de água. FIM

Tradução: Pedro Salviano Filho
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